Coronavrus: primeira vacina com IFA 100% nacional deve chegar em 2022


Nessa semana, a Fiocruz anunciou que a entrega das primeiras doses da vacina da AstraZeneca com o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) nacional, produzido pela Fundação Oswaldo Cruz ficará para o ano que vem.

No início de dezembro, durante um evento a criadora da vacinada AstraZeneca eprofessora de vacinologia da universidade de Oxford, Sarah Gilbert, disse que a próxima pandemia pode ser mais letal do que a causada pela Covid-19.

Os motivos para o adiamento para o atraso são vários e incluem a dificuldade para obtenção de insumos, não conclusão de testes necessários e o atraso na assinatura do contrato com a farmacêutica. Todas essas razões impossibilitaram cumprir a previsão de entrega inicial, que era para agosto desse ano.



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A Fiocruz tem matéria-prima pronta para a produção de 12,5 milhões de doses, mas para envasar e distribuir o imunizante ao Ministério da Saúde é necessário autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Um pedido já foi feito a entidade no dia 26 de novembro e aguarda resposta. A Fiocruz pede a inclusão do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-manguinhos) como unidade de produção de IFA. O prazo de análise é 30 dias e pode ser paralisado caso a Anvisa solicite dados adicionais, algo comum no processo.

No dia 16 de dezembro, a Anvisa aprovou a vacina da Pfizer para crianças a partir de 5 anos.

No momento, a Fiocruz conta com oito lotes prontos do IFA que já passaram pelo controle de qualidade e aguarda a aprovação para dar início a produção. A estimativa é que o processo se inicie em janeiro.

A organização pretende entregar 225 milhões de vacinas em 2022 e tem um acordo fechado com o Ministério da Saúde para o fornecimento de 120 milhões de doses.

Por enquanto, a Fundação Oswaldo Cruz fabrica no Brasil a vacina da AstraZeneca com IFA importado da China. Até o momento, ela entregou 150,9 milhões de doses ao Programa Nacional de Imunizações (PNI)

Na última quarta-feira (22), a Food and Drug Administration (FDA) autorizou a primeira pílula antiviral para tratar a Covid-19 e deu uma nova ferramenta para que os médicos lutem contra a doença.



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