Novo estudo da Fiocruz afirma que trs doses da AstraZeneca so eficazes contra a micron


Atualização (24/12/2021) – por DT

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou, nesta sexta-feira (25), um novo estudo que aponta para o aumento significativo dos anticorpos neutralizantes contra a variante Ômicron da Covid-19 após a aplicação de uma 3ª dose da vacina AstraZeneca.

De acordo com a Fiocruz, a pesquisa foi feita de forma independente por investigadores de diferentes instituições, incluindo pesquisadores da própria instituição e da Universidade de Oxford, Inglaterra.



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O estudo mostrou que o soro obtido de indivíduos um mês após receberem a dose de reforço neutralizou a variante Ômicron em níveis semelhantes aos observados para a neutralização das variantes Alfa e Delta depois da segunda dose.

Dessa forma, a terceira dose é capaz de aumentar a presença de anticorpos em 2,7 vezes. Segundo a instituição, a vacina AstraZeneca tem demonstrado ser capaz de induzir uma resposta diversificada e duradoura a múltiplas variantes.


A Fiocruz destacou ainda, que dados de um outro estudo revelaram que indivíduos vacinados com as duas doses mantiveram ação neutralizadora contra a nova variante, embora com uma redução em comparação à cepa original.

Um levantamento anterior, também da Universidade de Oxford e publicado neste mês, apontou que a imunização com duas doses tanto da AstraZeneca quanto da Pfizer não conseguem gerar uma resposta imunológica satisfatória contra a variante Ômicron.

Esse segundo estudo analisou amostras de sangue de pessoas infectadas com a Covid-19, aquelas vacinadas com duas doses mais uma de reforço, e as que haviam reportado infecção prévia com outras variantes de preocupação.

Texto original (14/12/2021)

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, realizaram um estudo para determinar quão eficazes são as vacinas Oxford/AstraZeneca e Pfizer/BioNTech no estímulo à produção dos anticorpos neutralizantes contra a Ômicron, variante do coronavírus identificada há poucos meses e teve novos casos identificados no Brasil.



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A pesquisa revelou que a imunização com duas doses tanto da AstraZeneca quanto da Pfizer não conseguem gerar uma resposta imunológica satisfatória contra a variante Ômicron, isto é, induzem a pouca produção de anticorpos neutralizantes que agem para impedir que o vírus consiga se ligar às células humanas e forçar sua reprodução no organismo.

Conforme explica o estudo, o experimento utilizou amostras sanguíneas de várias pessoas que receberam a imunização completa com as respectivas vacinas e contou com o método Com-COV em um vírus vivo da nova cepa. Foi identificado no decorrer da pesquisa que a taxa de anticorpos permaneceu abaixo do detectável na maioria dos participantes, exceto em um.


Segundo os cientistas, no imunizante da Pfizer/BioNTech a queda na produção de anticorpos neutralizantes foi de 29,8%, número que preocupa os pesquisadores quanto a possibilidade de uma nova onda de contágio propagada pela variante Ômicron do Sars-Cov-2.

O estudo não contou com a participação de nenhuma pessoa vacinada com a dose de reforço, por conta disso não é possível pressupor a quantidade de anticorpos neutralizantes gerados em quem recebeu três aplicações, porém os pesquisadores estão otimistas quanto a resposta gerada no organismo com a dose adicional.

Esses dados ajudarão aqueles que estão desenvolvendo vacinas e estratégias de vacinação a determinar as rotas para melhor proteger suas populações e transmitir a mensagem de que aqueles que estão elegíveis ao reforço devem tomá-lo”

Gavin Screaton,

Chefe da Divisão de Ciências Médicas da Universidade e principal autor do artigo.

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