Golpes da central falsa e no WhatsApp aumentaram em dezembro, aponta pesquisa


Dados recolhidos pela pesquisa Radar Febraban, da Federação Brasileira de Bancos, em dezembro apontou uma disparada nos casos de golpes usando centrais de atendimento falsas, com aumento de 10 pontos percentuais no último trimestre.

“Chama atenção o expressivo aumento do golpe da central falsa, em que alguém pede seus dados por telefone: de 18% em setembro para 28% em dezembro. Esse tipo de ocorrência é mencionado principalmente na faixa de 45 a 59 anos (39%).”

Nisso, os golpes com clonagem de cartões continuam sendo os mais comum, mas apresentou queda de 50% para 48%. Por outro lado, cresceu os esquemas em que usuários se passam por pessoas conhecidas no WhatsApp e pedem dinheiro — eram 21% em setembro, agora são 24%. Na faixa de 18 a 24 anos, há relatos sobre o golpe do leilão da loja virtual falsa (5%).

Foi um total de 3.000 respondentes acima de 18 anos de todas as regiões do país, e as entrevistas foram conduzidas entr 19 de 27 novembro.

A pesquisa também verificou a percepção do brasileiro quanto ao custo de vida e, naturalmente, a maioria (69%) percebeu o peso da inflação no consumo de alimentos e outros produtos domésticos, enquanto 42% sentem a alta na hora de abastecer o carro, por exemplo. Outros 19% consideram que a inflação impacta os gastos com saúde e remédios.

Ainda há percepção de que há um efeito nos juros do cartão de crédito (8%), passagem de transporte público (6%) e pagamento da escola, faculdade ou outros serviços de educação (5%).



Pesquisa mostra que usu





Segurana
27 Dez




Google integra mais informa





Segurana
24 Dez


Na perspectiva para o futuro, os entrevistados dizem que gostariam de retomar planos em 2022 que foram atrasados pela inflação, a queda de renda e o desemprego. O sonhor maior segue a compra de um imóvel, a maior parte (35%) gostaria de investir na casa própria caso sobre dinheiro.

Ainda, 18% querem guardar dinheiro na poupança ou reformar a casa. Outros 17% pretendem fazer cursos e investir na educação. Outros 10% têm planos de viajar.


E você, se encaixa aonde nessas estatísticas? Deixe seu comentário!



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