Apple Watch Series 7: uma evoluo discreta | Anlise / Review


Lembra quando a Apple incluía um “s” ao final do nome de cada iPhone só para dizer que aquela era uma nova geração mesmo sem adicionar nada demais? Com exceção do “s”, as coisas não estão muito diferentes hoje.

Anunciado no começo do último mês de setembro junto com os novos iPhone 13, o Apple Watch Series 7 chegou com poucas mudanças em relação a geração anterior, deixando muita gente com a pulga atrás da orelha para saber se a novidade vale a pena ou não.

Pois bem, como é de costume, estamos aqui para responder a essa dúvida; e todos os principais detalhes do novo smartwatch da Apple você confere a seguir!

O que mudou?

Bem, além das novas cores, as principais mudanças do Series 7 são apenas duas: tela maior e carregamento mais rápido. Pronto, final do review, pode pular para a conclusão!

Brincadeiras à parte, entrando em detalhes, a nova versão do relógio traz uma tela ligeiramente maior do que a geração passada, estendendo as informações exibidas para as laterais do vidro. Com isso, os botões da interface estão maiores e é possível ver mais itens na tela.

A Apple, inclusive, adicionou um teclado completo que responde ao movimento de deslizar o dedo na tela para possibilitar aos usuários não apenas ditar o texto de uma mensagem, mas também digitar, se for necessário.

No entanto, em nossa experiência, ditar o texto ainda é muito melhor; ainda mais que até o momento dessa análise, inglês ainda é a única linguagem disponível tanto para as autossugestões quanto para o próprio swipe. Mas de qualquer forma, olha o tamanho desse teclado!



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Fora esses detalhes, a experiência de uso continua praticamente a mesma em relação a geração a anterior. As bordas menores, inclusive, só são melhor percebidas ao usar as duas watchfaces feitas exclusivamente para o Series 7: a Contorno e a Modular Duplo.

Com elas, você notará melhor o espaço extra. No caso da Modular, poderá tocar mais facilmente em todas as complicações disponíveis. Na Contorno, poderá ver os números do mostrador se estendendo para as laterais do display.


O vidro da tela, segundo a Apple, também está mais resistente, o que dá uma segurança maior para quem costuma fazer atividades físicas mais intensas ou só é meio desastrado. Ainda nesse setor de durabilidade, o novo Series 7 também se tornou oficialmente resistente a poeira e a sujeira; somando à proteção a mergulhos de até 50 metros que vem desde a geração 2.

Outra novidade fica por conta do brilho quando a tela está parcialmente desligada, no modo Sempre Ativa. Segundo a empresa, o visor é 70% mais brilhante em um ambiente fechado, quando você está com o braço abaixado; algo que pode soar irrelevante, mas que melhora a experiência de uso, aproximando o relógio inteligente de um modelo convencional.


Mas como citamos, as novas não ficam só no departamento do display. Apesar de trazer a mesma capacidade de bateria da geração anterior, o Series 7 carrega um pouco mais rápido que o Series 6, alcançando a marca dos 80% em 45 minutos quando ligado ao carregador que vem na caixa. Além disso, a Apple promete que apenas 8 minutos no carregador são suficientes para alimentar o relógio durante 8 horas de monitoramento do sono.

Ou seja, boa notícia para quem prefere dar apenas algumas cargas rápidas no relógio durante o dia.


O problema, pelo menos por aqui – mas que não deve acontecer para você que tem um iPhone acima do 11, foi encontrar um adaptador de tomada compatível com o carregador do relógio, já que na ponta oposta da pequena base de carregamento, temos uma USB Tipo-C.

De forma geral, em nossos testes o smartwatch chegou às 27 horas de autonomia. Isso, com todos os recursos de monitoramento ligados e uma sessão de 30 minutos de atividade física durante o período. Ou seja, uma autonomia que passa longe de surpreender, mas que não decepciona totalmente se levado em consideração a quantidade de funcionalidades disponíveis.

Watch OS 8: tudo no to novo, de novo

Falando em funcionalidades, o Apple Watch Series 7 já vem com o WatchOS 8 instalado. A versão do sistema, que também está disponível para algumas das gerações anteriores do relógio, é um melhoramento das versões passadas e traz, além das rotineiras correções, alguns poucos novos recursos e mudanças.

Enquanto o antigo Respirar virou Atenção plena e ganhou o modo de contemplação, o aplicativo de exercícios ganhou duas novas modalidades: pilates e tai chi, e recebeu o recurso de detecção de queda para os momentos de atividade física.


O monitoramento de sono também ganhou novidades, possibilitando medições respiratórias durante a noite, apresentando novos gráficos de tendência do sono no aplicativo de saúde.

Fotos, iMessage, Contatos e Casa foram mais alguns aplicativos do relógio que ganharam melhorias, e por mais que essas possam parecer irrelevantes pelo pouco grau de mudança, reforçam a proposta da Apple de duas gerações atrás: tornar o seu relógio mais independente.


Não nos entenda mal, você ainda precisará de um iPhone para realizar a configuração do seu relógio, no entanto, é impossível negar que a independência do smartwatch está cada vez maior – ainda mais no caso da versão com suporte a LTE, que possibilita atender e realizar chamadas em qualquer lugar sem ter o iPhone a tiracolo.

Para os que estão interessados em monitorar suas atividades e crescer o seu ecossistema da marca, o Apple Watch ainda continua sendo uma parte relevante. É possível coletar seus dados de ECG, batimento, oxigenação do sangue e ciclos de exercícios e conferir tudo depois, de forma detalhada, no aplicativo de saúde no iPhone.

Além disso, as ligações que chegam no iPhone – assim como as notificações, podem ser respondidas através do próprio relógio. O mesmo vale para as rotinas configuradas na Siri, que também podem ser ativadas através do smartwatch.

Mas e a, vale a pena?

Comercializado em dois tamanhos diferentes, 41 e 45 mm, e em 3 tipos de acabamentos, alumínio, titânio e aço inoxidável, é preciso analisar alguns pontos antes de responder a pergunta chave desta análise.

Para saber se o Series 7 em sua versão mais básica – com caixa de alumínio de 41mm – vale os R$ 3500 cobrados no varejo, o usuário de iPhone precisa, além de olhar para o próprio bolso, olhar para o próprio pulso.


A qualidade do Apple Watch Series 7 é indiscutível, tanto em construção e acabamento, quanto em software, mas se você já tem um Series 6 ou até um Series 5, comprar um Series 7 pode não ser a melhor escolha a se fazer, uma vez que nem a tela ligeiramente maior e nem a bateria que carrega um pouco mais rápido são grandes pontos de virada em relação às gerações anteriores.

Para quem tem a versão 3 ou 4 do relógio (ou inferior) ou está procurando o seu primeiro Apple Watch e faz questão de tudo o que a Apple tem de melhor para oferecer, o Series 7 é mais um dos que superam, mesmo que por pouco, os seus antecessores; e por conta disso, nesses casos, pode ser considerado como uma boa opção de compra.


Mas se o orçamento disponível está limitado e não há necessidade do ECG, da tela sempre ativa e do sensor de medição de oxigenação do sangue, o Apple Watch SE pode ser a escolha mais lógica – isso, levando em consideração que além desse modelo e do Series 7, apenas o Series 3 está disponível oficialmente.

Claro que existem as opções com Android, mas quem está na chuva é para se molhar, e se você tem um iPhone, nenhum outro smartwatch, de nenhuma outra marca, lhe dará o nível de integração que vemos aqui; o que sabemos que é totalmente premeditado pela Maçã.

Prós e contras

Mas e você, o que achou do Apple Watch Series 7? Conta para a gente aqui nos comentários! E para você que se interessou pela novidade da Apple, como de costume, os melhores preços para o smartwatch da marca você confere nos cartões abaixo!



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