Resposta da Claro ao Procon-SP considerada insatisfatria e operadora pode ser multada


Atualização (07/01/2022) por LL

A Claro pode ser multada em até R$ 11 milhões pelo Procon-SP após uma pane nos serviços que deixou centenas de usuários sem acesso à Internet, TV e suportes da operadora por três dias. O órgão de defesa dos consumidores solicitou esclarecimentos por parte da companhia, mas as respostas não foram satisfatórias e o caso será encaminhado para a equipe de fiscalização.

O Procon-SP afirmou ter buscado entender os motivos pelos quais a pane ocorreu, quais foram os canais afetados, por quanto tempo o problema persistiu e quais foram as providências para a solução da falha. Além disso, a instituição solicitou que a Claro fornecesse um plano de ação para ressarcir clientes que foram prejudicados pela instabilidade.

Grupo hacker



No entanto, de acordo com um comunicado enviado ao Tecnoblog, as explicações prestadas pela Claro à notificação do Procon-SP não contêm o nível de detalhamento necessário para comprovar a inexistência de prejuízo aos consumidores.

O grupo hacker Lapsus, que reivindicou o ataque aos sistemas do Ministério da Saúde, afirmou ter sido responsável pela queda das plataformas da operadora. Segundo os supostos invasores, “uma pequena parte dos dados” foi baixada, e poderia ser vazada caso a Claro se negasse a pagar um “resgate”.



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Risco de multa

O Procon-SP disse que a Claro alegou não haver necessidade de ressarcimento aos clientes, já que não houve interrupção na prestação de serviços de telecomunicações. De modo geral, as redes da operadora funcionavam, embora uma parcela da clientela relatasse problemas.

Devido ao teor insatisfatório da resposta, a equipe de fiscalização do Procon-SP investigará o caso para tomar providências, uma vez que aparentemente houve problema com a qualidade do serviço prestado. Com isso, a operadora ainda está sob risco de penalização com multa, que pode chegar a R$ 11 milhões.

A Claro está na mira do Procon-SP. Vários clientes da operadora líder em banda larga fixa no Brasil usaram as redes sociais para relatar problemas em vários serviços da empresa. Segundo as reclamações que dispararam no último domingo (26), uma pane impedia que os usuários efetuassem recarga no celular e entrassem em contato com o SAC.

Os serviços permaneceram fora do ar por três dias, retornando à normalidade somente na última quarta-feira (29). Dado que possíveis prejuízos podem ter sido causados aos usuários durante a pane, a Claro deverá prestar esclarecimentos ao Procon-SP.

Em comunicado ao Tecnoblog, o órgão de defesa dos consumidores afirma buscar entender os motivos pelos quais a pane ocorreu e quais foram os canais afetados desde o início da semana. Além disso, a operadora deverá prestar assistência a todos os clientes prejudicados com ressarcimento de valores para aqueles que não puderam acessar os serviços.

Fernando Capez, diretor-executivo do Procon-SP, afirma que a Claro pode ser multada em até R$ 11 milhões. O valor é estimado sobre a possibilidade de que o “Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) está sendo prestado de modo defeituoso”, nas palavras do representante.



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A pane afetou também o SAC da Claro, impedindo que os clientes encerrassem seus contratos e cancelassem as linhas após a insatisfação com os serviços defeituosos.

A empresa, em vista dos problemas, afirma estar “à disposição para responder aos questionamentos” do Procon-SP sobre o ocorrido que afetou sua extensa base instalada na Região Sudeste.



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