Fraude na App Store: app falso engana usurios de iPhone e faz cobranas indevidas


Embora a Apple justifique que o iOS é um sistema fechado às demais lojas de aplicativos para manter sua segurança, cada vez vemos mais casos mostram que a App Store não é tão segura assim. No fim de dezembro já noticiamos que aplicativos falsos já arrecadaram mais de US$ 6 milhões na loja e agora um novo aplicativo está cobrando usuários de iPhone indevidamente.

O aplicativo denunciado pelo desenvolvedor Kosta Eleftheriou é o “AmpMe – Speaker & Music Sync” foi publicado pela Amp Me Inc. na App Store. O desenvolvedor alerta que o aplicativo afirma ser gratuito, mas uma tela de cobrança é exibida ao abri-lo pela primeira vez, informando que uma assinatura é necessária para utilizá-lo.

O alerta ainda diz que há um período de 3 dias de teste gratuito, entretanto diversos usuários relatam que é “quase impossível cancelar a assinatura”. O valor é de US$ 10 (R$ 55,71) por semana, o que contabiliza mais de US$ 500 (R$ 2.785,35) por ano.

Como o aplicativo não cumpre o que promete, Eleftheriou resolveu investigar como ele tem tantas avaliações positivas e se mantém no ranking de 24ª colocação na categoria Música da App Store. Após uma pesquisa rápida, o desenvolvedor notou que a maioria das avaliações são falsas, pois foram compradas pela Amp Me Inc.

Dessa forma, é muito mais difícil notar que o aplicativo na realidade é parte de um golpe. Isto ficou ainda mais evidente quando a Sensor Tower divulgou um relatório mostrando que a grande maioria das avaliações dos últimos 2 meses foram negativas partindo de usuários reais.

A situação se torna ainda mais séria quando recordamos que Eleftheriou já processou a Apple pelo mesmo motivo em março de 2021, onde a Apple já afirmou ter endurecido as regras para avaliações e publicação de aplicativos na sua loja.

Como este tipo de atividade continua ocorrendo na App Store, recomendamos que usuários somente assinem aplicativos de fontes confiáveis e editores verificados. A Apple ainda não se pronunciou sobre o novo caso envolvendo o AmpMe.

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