SpaceX coloca 105 satlites de diferentes empresas em rbita, incluindo um CubeSat brasileiro


Atualização (13/01/2022) por LL

A SpaceX fez mais um lançamento bem-sucedido do Falcon 9 e dessa vez o foguete levou consigo mais 105 pequenos satélites de diferentes empresas ao espaço. A missão Transporter-3 foi lançada no início da tarde desta quinta-feira (13) e representou o segundo lançamento realizado em 2022. Um satélite CubeSat brasileiro estava na carga enviada.

Esta é a terceira vez que a SpaceX realiza uma missão dedicada à entrega de satélites de forma compartilhada, e também a décima vez que o foguete (modelo B1058-10) realiza uma viagem completa. O Falcon 9 já levou uma grande variedade de satélites à órbita, especialmente os destinados à cobertura de internet da Starlink.



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Entre os “passageiros” da missão estavam 44 satélites da Planet Incorporated, uma empresa de produção de imagens orbitais da superfície da Terra. A Spire Global enviou cinco pequenos satélites, que agora se juntam aos demais de uma constelação criada para coletar e monitorar dados climáticos e de navios.

Já a canadense Kepler Communications enviou seis, todos parte de sua constelação para oferta de serviços em rede. Foi necessária quase uma hora e meia para a implementação de todos os satélites.

Satlite brasileiro



Desenvolvido pela startup paulista PION Labs, o satélite “PION-BR1” é, segundo o site oficial da empresa, “uma missão radioamadora aliada à educação com o objetivo de promover o acesso às tecnologias espaciais e a interação entre estudantes e a comunidade de radioamadores”.

Além disso, “a missão principal do satélite será um experimento digital de armazenamento e envio de mensagens usando o protocolo NGHam”. O PION-BR1 é, a grosso modo, um pequeno CubeSat que transmitirá sinais a serem captados por instrumentos radioamadores no solo.

O satélite atuará para auxiliar estudantes que façam parte do programa OBSAT (Olimpíada Brasileira de Satélites), coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil (MCTI).

Os ambiciosos projetos de Elon Musk com sua empresa de sistemas aeroespaciais, SpaceX, não deixam de surpreender devido às propostas inimagináveis do bilionário, também conhecido como CEO da Tesla. Pouco menos de uma semana após o lançamento de 60 satélites, a empresa concluiu mais uma missão.

Um novo plano obteve sucesso no último sábado (15) com o lançamento do foguete Falcon 9 no Centro Espacial Kennedy, localizado na Flórida, que colocou mais 52 satélites do projeto em órbita terrestre. A nave decolou às 19h56 (horário de Brasília) em seu oitavo voo e retornou com sucesso à Terra, pousando sobre uma plataforma marítima.

O mesmo foguete já havia sido utilizado pela NASA para transportar astronautas à Estação Espacial Internacional (ISS) no último ano. A ideia é que a espaçonave seja utilizada mais vezes em futuras missões.

O propósito dos satélites do projeto Starlink é transmitir serviços de internet para uma grande área de cobertura no planeta, estipulando uma meta de lançar mais de 40 mil satélites até meados de 2027, conforme previsto pelo CEO e fundador da SpaceX.

Com o último lançamento, a rede de Elon Musk já contabiliza mais de 1,6 mil satélites. Outros dispositivos também foram colocados em órbita por empresas parceiras através da mesma viagem — o radar de abertura sintética (SAR) da Capella Space para imagens do planeta em tempo real e um satélite construído pela Tyvak Nano-Satellite Systems.



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Já existe uma rede com serviços beta operando com mais de 10 mil clientes ao redor do mundo, com sua maioria localizada no norte dos Estados Unidos. A SpaceX aponta que, por se tratar de uma rede ainda em testes, suas velocidades de conexão poderiam diminuir, apresentar falhas e o serviço poderia cair.

É esperado que o serviço passe a ser testado em regiões da Holanda e mantenha uma expansão consistente entre a Áustria e França, com previsão de uso global para até o fim da década.

Veja o vdeo!

A SpaceX ressaltou, durante a transmissão do lançamento, que firmou parceria com o Google para o desenvolvimento de novos terminais terrestres com data centers do Google Cloud.

Essa parceria permitirá à Starlink utilizar a infraestrutura do sistema em nuvem do Google para oferecer conexões de baixa latência e alta confiabilidade, com novos serviços podendo ser anunciados em breve.



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