Coronavrus: informaes da micron so usadas em golpes para roubar dados | Detetive TC


O TudoCelular já explicou os diversos motivos para a cobertura da pandemia do novo coronavírus. Um que podemos considerar é o alto número de problemas de cibersegurança que englobam o assunto, pelo potencial de atrair a atenção das pessoas.

Mais especificamente neste começo de 2022, o tema relacionado à variante Ômicron e sua disseminação acelerada. Por isso, muitos crimes cibernéticos têm sido praticados ao usar informações da nova cepa que causa Covid-19. O Detetive TC conta um dos casos a você, como forma de alerta.

O que o golpe?



O novo ciberataque foi descoberto pelo FortiGuard Labs, o laboratório de inteligência de ameaças da Fortinet. Encontraram um arquivo malicioso chamado OmicronStats.exe, o qual tem circulado em, pelo menos, 12 países – inclusive da América Latina e do Caribe.

Apesar de não ter sido detectado uma tentativa no Brasil, a empresa especializada avisa que ele poderá chegar a qualquer momento em solo nacional. Isso significa que o ataque é massivo, e não com alvo a organizações ou indivíduos específicos.



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O OmicronStats.exe se trata de uma variante do malware intitulado Redline Stealer. Ele tem como foco o roubo de informações sensíveis dos dispositivos das vítimas. A primeira detecção do malware original foi em março de 2020, justamente quando o número de pacientes com Covid-19 aumentou no mundo.

Na ocasião, os dados obtidos pelos cibercriminosos eram vendidos no mercado da dark web pelo valor de US$ 10.

Perigos e formas de distribuio



Entre os dados visados pela ameaça, estão dados de login e da web, detalhes o agente do usuário do navegador, cookies, pedidos de preenchimento automático, informações pessoais e cartões de crédito.

Além dos detalhes do usuário, o vírus ainda coleta especificações sobre o sistema e o aparelho da pessoa afetada. São os casos de processador, placas gráficas, memória RAM, programas instalados, processos em execução, idiomas instalados, nome de usuário e número de série do equipamento.

O arquivo OmicronStats.exe tem sido espalhado por e-mail, embutido em um documento criado para forçar a abertura pela vítima. Ao executá-lo, é feito o download do malware de maneira automática. Os principais alvos são os milhões de usuários do sistema operacional Windows.

Como se proteger?



A principal forma de se proteger desta ameaça consiste em não abrir arquivos vindos de e-mails cuja origem é suspeita ou desconhecida. Vale também ter uma solução de segurança instalada no seu dispositivo, para ter uma proteção especializada na hora de uma possível invasão.

Apesar de não gerar efeitos mais graves na máquina afetada, a vítima acaba por ter suas informações roubadas e, no futuro, usadas para ações maliciosas – seja do próprio cibercriminoso ou de terceiros que comprem esses dados. Por isso, o caso demanda muita atenção dos internautas.

Você já foi vítima ou identificou alguma tentativa de golpe que usa a variante ômicron do coronavírus? Relate para a gente no espaço abaixo!



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