Intel pode lanar chip ASIC “Mina Bonanza” para minerao de Bitcoin em fevereiro


A Intel supostamente anunciará um processador voltado para mineração de criptomoedas como o Bitcoin em fevereiro, durante a Conferência Internacional de Circuitos de Estado Sólido IEEE (ISSCC).

Aliás, a fabricante de chips pode já ter encontrado o primeiro cliente do chamado “Mina Bonanza”. A startup GRIID, que se prepara para ser lançada ao público na NYSE por cerca de US$ 3,3 bilhões, aparentemente adquiriu a novidade.

O Mina Bonanza é um processador ASIC (circuíto integrado de aplicação específica) que pode oferecer níveis de tensão rasos e permanecer eficiente em termos energéticos na mineração de Bitcoin. A Intel não confirmou se o chip estaria disponível para compra ou se seria apenas um projeto conceitual.

Arquivos apontam que a GRIID tem planos para operar três instalações industriais, processando 48 megawatts de energia em cada instalação, e fechou um acordo de longo prazo com a Intel para receber chips ASIC:

[…] firmou um contrato de fornecimento definitivo com a Intel para fornecer ASICs que esperamos que alimentem nosso crescimento. O pedido inicial fornecerá unidades a serem entregues em 2022 e a GRIID terá acesso a uma parcela significativa dos futuros volumes de produção da Intel.

A mineração de Bitcoin requer tecnologia ASIC para garantir uma vantagem – tanto no desempenho quanto na eficiência – que os processadores gráficos não podem oferecer.

A Intel apresentou uma patente em novembro de 2018 descrevendo ideias semelhantes para “mineração de Bitcoin de alto desempenho”. Segundo essa documentação, o ASIC por trás da Mina Bonanza será capaz de concluir cálculos com a mesma eficácia que outros ASICs, mas eliminando a necessidade de cálculos repetidos ou redundantes. O sistema é proposto para reduzir o consumo geral de energia em aproximadamente 15%.

“Intel-designed BZM2” é o nome oficial dado ao chipset Mina Bonanza da Intel. A expectativa é que a fabricante comece a vender seus ASICs próprios no final deste ano, tornando-se concorrente de empresas como Bitmain e MicroBT, com a GRIID recebendo pelo menos 25% da reserva inicial até 2025.



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